Itinerário

• Praça Marquês de Pombal

• Avenida da Liberdade

• Praça dos Restauradores

• Rossio

• Baixa Pombalina

• Sé de Lisboa

• Castelo de São Jorge

• Miradouro das Portas do Sol

• Miradouro da Senhora do Monte

• Mosteiro de S. Vicente

• Panteão Nacional

• Praça do Comércio

• Convento do Carmo

• Basílica da Estrela

• Mosteiro dos Jerónimos

• Torre de Belém

• Padrão dos Descobrimentos

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Lisboa

Tour info

O passeio inicia-se no reticulado da Baixa Pombalina onde se devem admirar os prédios do século XXVIII com as construções em gaiola, o primeiro sistema anti-sísmico e o primeiro método de construção em grande escala pré-fabricado no mundo. Passagem pela Sé de Lisboa, cuja construção teve início na segunda metade do século XII, após a tomada da cidade aos mouros por D. Afonso Henriques, apresentando-se hoje como uma mistura de estilos arquitectónicos. O Castelo de S. Jorge alcandorado numa das colinas da cidade é de passagem obrigatória. Descem-se escadinhas ou ruas íngremes de Alfama, o mais antigo e um dos mais típicos bairros de Lisboa, até ao miradouro das Portas do Sol onde a vista do estuário do Tejo e o casario lisboeta nos cativam.

Ainda em Alfama, o Mosteiro de S. Vicente de Fora, edificado no final do sec. XVI, no local onde D. Afonso Henriques havia mandado construir um primitivo templo sob a invocação de São Vicente, proclamado padroeiro de Lisboa em 1173. Mesmo ao lado, o Panteão Nacional está instalado na Igreja de Santa Engrácia sendo considerado o primeiro monumento em estilo barroco no país.

A Fundação José Saramago (Prémio Nobel da Literatura em 1998) está sediada na Casa dos Bicos (construída em 1523) cuja principal originalidade consiste na fachada virada para o Tejo, talhada em ponta de diamante, ou bicos, em que as influências italianas se aliam a elementos característicos do estilo manuelino.

Uma das grandes praças da Europa, a Praça do Comércio ou Terreiro do Paço, por ter sido o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos, dá a dimensão da abertura de Portugal para o mundo, ao abrir-se ao Tejo no Cais das Colunas.

O Bairro Alto é um bairro antigo e pitoresco do início do século XVI, numa das colinas de Lisboa, com ruas estreitas e empedradas, casas seculares, pequeno comércio tradicional, lojas alternativas, restaurantes e locais de vida nocturna. Desde os anos 80 que é a zona mais conhecida da noite lisboeta, com inúmeros bares e restaurantes, a par das casas de fado.

O Largo do Carmo foi palco de um dos acontecimentos da história recente de Portugal: a rendição do Estado Novo perante os militares do MFA aquando do 25 de Abril de 1974. Nele se encontra o Convento do Carmo, antigo convento da Ordem dos Carmelitas da Antiga Observância que ficou em ruínas devido ao terramoto de 1755. É em um dos principais testemunhos da catástrofe ainda visíveis na cidade. Actualmente as ruínas abrigam o Museu Arqueológico do Carmo.

Em 1988, na madrugada do dia 25 de Agosto, o Chiado ficou destruído por um incêndio e a sua reconstrução levou toda a década de 1990, ficando o design a cargo do arquitecto Álvaro Siza Vieira. Hoje voltou a ser um importante centro de comércio de Lisboa, sendo uma das zonas mais cosmopolitas e movimentadas. Daqui segue-se para o Miradouro de S. Pedro de Alcântara com uma vista sobre o rio. Descendo, chegamos ao Palácio de São Bento onde se reúne diariamente a Assembleia da República. Trata-se de um palácio de estilo neoclássico que foi construído em finais do século XVI como mosteiro beneditino, tendo sofrido grandes obras de remodelação nos séculos XIX e XX. Ao cimo da Calçada da Estrela encontramos a imponente Basílica da Estrela, construída na segunda metade do século XVIII, apresenta características do estilo barroco final e do neoclássico.

Os Pastéis de Belém esperam por nós para um lanche memorável junto ao Mosteiro dos Jerónimos ou Mosteiro de Santa Maria de Belém classificado pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade. Ponto culminante da arquitectura manuelina (sec. XVI), é o mais notável conjunto monástico português do seu tempo, estreitamente ligado à casa Real Portuguesa e à epopeia dos Descobrimentos. Nele se visitam os túmulos de Luís de Camões e de Vasco da Gama.

Da necessidade de haver um equipamento arquitectónico, que pudesse acolher, em 1992, a presidência portuguesa da União Europeia, surgiu o Centro Cultural de Belém que é hoje um pólo dinamizador de actividades culturais e de lazer. Também na Praça do Império está o Padrão dos Descobrimentos ou Monumento aos Navegantes erguido em 1940 por ocasião da Exposição do Mundo Português para homenagear as figuras históricas envolvidas nos Descobrimentos portugueses. A Torre de Belém é o expoente máximo da epopeia dos Descobrimentos, classificado como Património Mundial pela UNESCO, reflecte influências islâmicas e orientais, que caracterizam o estilo manuelino.

A caminho do Parque das Nações, passa-se por baixo do Aqueduto das Águas Livres, importante construção do Sec XVIII, que permitiu o abastecimento de água à capital portuguesa e também pela praça de touros do Campo Pequeno, recinto para corridas de touros, concertos musicais e outros eventos, com uma capacidade de cerca de 10.000 pessoas, que foi edificado em 1892.

Já no Parque das Nações, na zona oriental da cidade, local onde decorreu a Expo 98 (Exposição Mundial de 1998), destacam-se a Gare do Oriente, de Santiago Calatrava, impondo a sua linha arquitectónica; o Pavilhão de Portugal, do arquitecto português Álvaro Siza Vieira; o Pavilhão do Conhecimento, um moderno museu de ciência e tecnologia com várias exposições interactivas; o Pavilhão Atlântico; o Oceanário de Lisboa, um dos maiores aquários do mundo e a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, concluída em Março de 2014.

Da Torre Vasco da Gama (o edifício mais alto do país) tem-se uma visão de conjunto, para além de se ter uma vista panorâmica da Ponte Vasco da Gama sobre o mar da palha.

De regresso ao Rossio, tempo para beber uma Ginjinha, a bebida típica da capital que se bebe com ou sem elas.

Lisbon by Night

Lisboa e a sua canção: o Fado, Património Oral e Imaterial da Humanidade desde 2011. A noite começa num bairro típico, onde o trinar da guitarra se ouve na rua. Janta-se numa Casa de Fados, aliando a comida portuguesa à nostalgia do Fado.

Pela madrugada, antes de regressar ao hotel, oportunidade de visitar alguns miradouros da cidade e admirar as sete colinas e os vales da cidade, que dorme iluminada por uma luz diáfana que o nevoeiro côa.

NOTA: JANTAR E ESPECTÁCULO INCLUÍDOS